8 de dezembro de 2009

Mais melissas para a wishlist


 



 
 


 


7 de dezembro de 2009

Minha maré de azar

Sabe quando dizem que tragédia pouca é bobagem?

Pois é, depois de ficar parada na rua 2x com o carro do Parffit, no último final de semana bateram nele (no carro, não no Parffit).
E por mais incrível que pareça, não foi culpa minha.

O outro motorista não parou e bateu na traseira do carro enquanto eu já estava parada no sinal.

Enfim, detalhes a parte, o que restou foi mais um pedaço do carro danificado (que em breve deve até desmontar dada a quantidade de porradas que já levou esse ano), e o meu pescoço dolorido por causa do tranco na hora da batida.

Tá, eu sei que foi uma bobagem, ninguém nem sequer sangrou (tks God).
Mas porra, pobre só se fode mesmo, nénão?

2 de dezembro de 2009

Choro pra depois rir

Então, ontem eu fui pra faculdade com o carro do meu namorado.
E quem conhece a gente sabe que o carro do Parffit anda com alguns probleminhas, mas precisamos nos virar, então paciência.
Daí que rodei ao redor da faculdade ontem e não encontrei lugar pra parar, então tentei um estacionamento mas não me deixaram entrar - estava, teóricamente, cheio -, então eu engatei a ré e quando fui manobrar pra sair, o carro mórreu e não ligou mais.
Pânico.
Fiquei tentando ligar o carro, nada.
Pânico ainda maior.
Numa super iniciativa o dono do estacionamento e outro fulano que apareceu por lá resolveram empurrar o carro, e nada de pegar.
Então os caras que empurraram o carro fizeram o que? Deixaram eu e o carro ali, parados no MEIO da rua.
Supimpa, hã?
A raiva foi tanta que eu não consegui fazer nada além de ligar chorando pro Parffit.
Mas chorando mesmo.
Pra minha sorte, sem pensar muito, resolvi bater na porta de uma casa ali na frente de onde o carro ficou parado, quem atendeu foi um conhecido, namorado de uma amiga do Parffit.
E se não fosse por ele, acho que eu teria sentado na calçada pra chorar até a minha mãe vir me socorrer.
Hahaha.
Felizmente deu tudo certo, o Cardoso deu uma força, conseguiu um cabo pra fazer uma ligação direta, o Julio também apareceu pra ajudar, e o Parffit, coitado, tinha que tocar no Wood e ficou ao telefone tentando me acalmar.
Consegui fazer minha prova depois disso, tirei 9 (ié), e cá estou, rindo da minha situação ontem.

E pensar que se o maledeto do estacionamento tivesse me deixado entrar, nada disso teria acontecido.

A vida é mesmo tragicômica. :D

1 de dezembro de 2009

Festinha da Ingrid

Parffit e eu adotamos uma afilhada.
É a Ingrid, filha dos nossos amigos Selma e Carlos.
E ela é simplesmente a garotinha mais encantadora que já conhecemos. Esperta, inteligente, doce... uma gracinha mesmo!
No domingo passado foi o aniversário dela, e no sábado a festinha.
Ela queria que eu fosse uma das super poderosas na festa, e claro que atendi ao pedido dela.
Sorte que ela escolheu a Docinho pra mim, vamos falar sério, o temperamento dela combina comigo mesmo!
:D

Enfim, uma foto pra mostrar um pouco do quanto nos divertimos na festa da Ingrid.


25 de novembro de 2009

Confissão

E não é que encontrei uma poesia perfeita do Mario Quintana, para descrever o meu momento?

Confissão

Que esta minha paz e este meu amado silêncio
Não iludam a ninguém
Não é a paz de uma cidade bombardeada e deserta
Nem tampouco a paz compulsória dos cemitérios
Acho-me relativamente feliz
Porque nada de exterior me acontece...
Mas,
Em mim, na minha alma,
Pressinto que vou ter um terremoto!

23 de novembro de 2009

Ansiedade

Ando numa ansiedade só.
Ansiedade de realizar um desejo recente, que vai mudar toda a minha vida quando concretizado.

Tudo que é capaz de alterar de alguma forma o curso da nossa vida traz ansiedade, não é?
Por saber que a minha vida vai ser completamente diferente, a ansiedade aumenta cada dia mais.

Deus queira que aconteceça logo!

O que? Não, não vou contar assim tão depressa, quando acontecer eu conto pra todo mundo, mas antes não, já basta a minha expectativa!

:)

13 de novembro de 2009

Segunda sem carne



A indústria de carne é responsável por 18% das emissões globais de gases causadores do efeito estufa, ao passo que todos os transportes somados geram 13%.(1).


A pecurária gera diretamente 80% do desmatamento no bioma amazônico (2) e 14% em todo o mundo.

Somos quase 7 bilhões de pessoas na Terra e criamos, para produzir carne, mais de 30 bilhões de animais (3) que consomem água, comida e recursos energéticos, demandam espaço, despejam detritos, contaminam os mananciais, causam erosão e geram poluição atmosférica.


A criação de animais para abate é uma forma ineficiente de produzir alimentos: para cada quilo de proteína animal são necessários de 3 a 10 kg de proteína vegetal (milho, soja etc.) (4).



Os animais são explorados pelo homem de forma inaceitável e insustentável. Hoje se mantam em cerca de quinze dias, o mesmo número de animais abatidos em um ano na década de 50.



Criados para abate, bois, porcos, frangos, peixes, coelhos e outros animais levam uma vida de sofrimento, medo e privação, pois se foi o tempo em que eles viviam soltos nas fazendas. A tortura e a morte de animais para alimentação é incompatível com uma cultura de paz. A alimentação sem carne é uma forma de praticar a não-violência.



_________



(1) FAO (2009)
(2) Ministério da Agricultura
(3) Incluindo aves, peixes, camarões e moluscos
(4) FAO (2005)

Fonte: http://www.svb.org.br/segundasemcarne/index.php?option=com_content&view=article&id=8:pelo-planeta&catid=4:pelo-planeta&Itemid=5


11 de novembro de 2009

As aparências enganam, mesmo?

Não sou moralista. De jeito nenhum.
E adoro cerveja, mesmo.

Mas que tipo de confiança e seriedade inspira um cara que, no almoço de uma quarta-feira, bebe cerveja e fala alto no restaurante?
Pra mim, inspira pouca confiança e nada de seriedade uma pessoa que age assim.
Piora a situação o fato dessa pessoa ser um professor universitário de uma faculdade de Direito, da disciplina de Direito Penal, e ainda candidato à presidência da OAB Joinville.

É só uma questão de aparência, eu sei.
Posso estar errada, iludida pela imagem, eu sei.

Mas o pré-conceito é questão determinante, ainda mais no ambiente em que vivemos, que valoriza a aparência ao contrário do conteúdo.

E tentando ser imparcial, a questão da bebida pra mim é crucial.
Jamais beberia em público, nesse horário, estando nesta condição. Além dos advogados que votam (ou não) neste candidato, os alunos são o grande público dele.
E alunos universitários, na sua grande maioria, tendem a ser altamente influenciáveis.
Se um professor de Direito Penal, que ensina o que é homicídio culposo (e aqui a gente lembra dos crimes de trânsito), bebe cerveja no almoço de uma quarta-feira, e dirige (espero que não tenha sido o caso, mas a suposição já basta para influenciar negativamente), imagina o que o pessoal cabecinha fraca vai pensar!
No mínimo que uma das vantagens de ser advogado é viver fora da lei.

Na boa, eu não estudo Direito pra achar esse tipo de postura legal, nem admirável, nem imitável.
Pra mim a palavra é reprovável.

#prontofalei

9 de novembro de 2009

Elefante

Em 1986, Peter Davies estava de férias no Kenia depois de se graduar na Northwestern University .

Em uma caminhada ele cruzou com um jovem elefante que estava com uma pata levantada.
O elefante parecia muito estressado, então Peter se aproximou muito cuidadosamente.
Ele ficou de joelhos, examinou a pata do elefante e encontrou um grande pedaço de madeira enfiado.
O mais cuidadosa e gentilmente possível Peter removeu com a sua faca o pedaço de madeira e o elefante cuidadosamente colocou sua pata no chão.
O elefante virou para encarar o homem com grande curiosidade no seu rosto e o encarou por tensos e longos momentos. Peter ficou congelado pensando que seria pisoteado.
Depois de um certo tempo o elefante fez um barulho bem alto com sua tromba, virou e foi embora.
Peter nunca esqueceu o elefante e tudo o que aconteceu naquele dia.
20 anos depois, Peter estava passando pelo Zoológico de Chicago com seu filho adolescente.
Quando eles se aproximaram da jaula do elefante, uma das criaturas se virou e caminhou para um local próximo onde Peter e seu filho Cameron estavam.
O grande elefante encarou Peter e levantou sua pata do chão e a baixou, ele repetiu varias vezes emitindo sons altos enquanto encarava o homem.
Relembrando do encontro em 1986 Peter ficou pensando se aquele era o mesmo elefante.
Peter reuniu toda sua coragem, escalou a grade e entrou na jaula.
Ele andou diretamente até o elefante e o encarou.

O elefante emitiu outro som alto, enrolou sua tromba na perna de Peter e o jogou contra a parede, matando-o.


Provavelmente não era o mesmo elefante e ele se fudeu!
 
Esse texto eu dedico a todos aqueles que insistem em enviar texto quilométricos, cheios de mensagens bonitinhas e sacais.
Com todo o meu mau humor de segunda-feira digo: Vão tomar no cu! Com força!
 
Abs! :)

30 de outubro de 2009

Mudança II

Ai. Cansa só de pensar na quantidade de coisas dentro de caixas que devem voltar para suas gavetas e prateleiras e armários e afins.
Felizmente o clima ajudou e não choveu, e os homens da mudança foram ligeiros para subir 3 andares com todas as coisas, e o super prestativo pai do Dedeco ainda ajudou a montar os guarda-roupas.
O apê novo está ficando com cara de casa!
No final de semana vamos tentar arrumar o que falta ser arrumado, e na segunda-feira apresentar o novo cafofo para alguns amigos...

Fato é que eu não vejo a hora de ter varal no apê novo pra poder lavar roupas na minha máquina nova e ver tudo ficar seco num instante graças ao sol maravilhoso que está iluminando os dias em Joinville.

Quem diria ein, eu ansiosa pra lavar roupa. Há!!